A maternidade coisa singela
Que missão tão bela
Que Deus nos concedeu
Como o desabrochar de uma flor
Tudo nesse instante inspira amor
O mundo parece ser só seu
Qual mãe que quer ver o rebento
Se transformar em dor, em lamento
Pelos longos caminhos da vida
Qual mãe, por pior que seja
Que cria o filho com tanta peleja
Não quer para ele senão um abrigo
Como sofre a mãe que perde seus filhos
Também àquela, que vê se desviar dos trilhos
O filho querido, que um dia embalou
Como chora os ninhos vazios
Como chora a mãe sem carinho
Dos filhos ingratos, que ela mesmo criou
Coitada da mulher, que ao ser mãe se transforma
Em uma serpente, verdadeira cobra
Deixando para trás o ser inocente
Quantas, lutam e padecem
Algumas de dor adoecem
Querendo um ser, para abrigar em seu ventre
Feliz da mãe, que com sabedoria
Adora, mima e lambe sua cria
Fazendo-a bondosa e temente a Deus
Feliz da mãe, que sabe conduzir
Fazer caminhar e evoluir
O filho que foi entregue nos braços seus
Não importa que mãe seja ela
Seja de leite, adotiva ou verdadeira
Mãe é mãe, desde que o filho ame
A mãe que foi escolhida por Deus
A mãe de fiéis e de ateus
É a mãe que mereces, não reclames
Ame as mães que estão no mundo
Principalmente as mães já velhinhas
Elas merecem um carinho profundo
Pois muitas já trilharam suas linhas
No mundo não há maior amor
Amor que nos traz paz e luz
Até àquele que no mundo se ache o pior
Deve se lembrar, que Deus deu uma mãe até para Jesus.
CLARA ( Mensagem recebida em 28/03/ 2012, na FECX)
quinta-feira, 29 de março de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
Perseverança no bem
É imprescindível recordar o impositivo da perseverança no bem.
O comprazimento nessa ou naquela espécie de atitude ou companhia, leitura ou conversação menos edificantes, estabelece em nós o reflexo condicionado pelo qual inconscientemente nos voltamos para as correntes invisíveis que representam.
É desse modo que formamos hábitos indesejáveis pelos quais nos fazemos pasto de entidades vampirizantes, acabando na feição de arcabouços vivos para moléstias fantasmas.
Pensando ou conversando constantemente sobre agentes enfermiços, quais sejam a acusação indébita e a crítica destrutiva, o deboche e a crueldade, incorporamos, de imediato, a influência das criaturas encarnadas e desencarnadas que os alimentam, porque o ato de voltar a semelhantes temas, contrários aos princípios que ajudam a vida e o regeneram, se transforma em reflexo condicionado de caráter doentio, automatizando-nos a capacidade de transmitir tais agentes mórbidos, responsáveis por largo acervo de enfermidade e desiquilíbrio.
Mecanismos da Mediunidade ( André Luiz)
Mensagem psicografada na FECX em 07/01/2012
Feliz dois mil e doze
Que o número represente
Tudo aquilo que o cerca
Pois doze é dia das crianças
E deve se ter muita esperança
Pois nelas todo o amor se encerra
Doze também é o dia dos namorados
Aos amores consagrado
Para se comemorar com alegria
Doze era o número dos apóstolos de Jesus
Por isso tenhamos muita luz
Para distribuirmos com simpatia
Doze também é o número da transição
Que com muita precaução
Vimos a criança se tornando jovenzinho
Por isso tenhamos o cuidado
De tê-los sempre ao nosso lado
Dando-lhes amor e carinho
Doze também é o número de rosas
Que enfeitam um buquê perfumado
São de todas as cores e muito cheirosas
Tenhamos o perfume do perdão e do amor ao nosso lado
Vimos que é uma data interessante
É hora de melhorarmos nossa vida
Vamos juntos, caminhemos adiante
Feliz Ano Novo! é o que deseja vossa irmã Margarida.
Margarida ( Mensagem recebida na FECX em 07/01/2012)
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