Quero quedar-me aos seus pés, oh! Mestre Divino
Pedir-te perdão pelas injúrias
Quero dizer-te que agora eu acredito em ti
Apesar de tantas incúrias
Senhor quero te ver em minha frente
Como Saulo o viu uma vez
Quero te sentir presente
Em meu ser, aplacando toda a sordidez
Oh! Querido amigo
Sentir-me-ei honrado com o seu amor
Desde há muito que eu o procuro
Sentir-me-ei feliz com minha dor
Desde já, sei que o procuro, amigo meu
Desde já, não sou mais um ser delirante
Não me entrego mais, aos braços de Morfeu
Quero viver, não sonhar como dantes
Seja Senhor de minha alma
Seja para mim como o sol nascente
Seja como remédio, que me acalma
Seja também o meu sol poente
Seja para mim, a luz a adentrar a sala
Seja o iluminar de meus dias
Seja o sol de minha casa
Seja o meu ser, seja o meu dia
Ah! Senhor, há quanto te procuro
Há quanto tento ver-te
Sei que para isso precisarei quebrar os muros
De minhas imperfeições, e depois erguer-me
Senhor eis me aqui!
Sedento de amor, de luz e de paz
Senhor eis me aqui!
Sofrer, nunca mais,nunca mais...
João
(Mensagem recebida na noite do dia 12/03/2009 às 20h na Fraternidade Espírita Chico Xavier)
sábado, 29 de janeiro de 2011
sábado, 16 de outubro de 2010
Mensagem psicografada na FECX em 27/08/2010
Ah, quem dera poder sentir o vento
Sentir o céu, olhar para o firmamento
E agradecer a Deus à vida
Ah, quem me dera poder olhar a lua
E tendo a alma nua
Sentir de novo a alma revivida
Ah, quem me dera olhar o sol
E depois do arrebol
Agradecer a Deus as lágrimas
Quem me dera sentir a chuva
A gota caindo na rua
E ter minha face orvalhada
Quem me dera ter a felicidade
De ter de novo a mocidade
A me sorrir com seus encantos
Onde a velhice implora
Pelo ser que a ignora
Para vir secar seu pranto
Quem me dera poder de novo
Lutar contra a maldade
Tendo a felicidade
De ter pertencido a um povo
Não ter nascido abandonada
Pelas ruas não ser largada
Ou não ter sido indigente
Quem me dera não mais errar
Pois é duro ter que recomeçar
Aquilo que ficou interrompido
Poder desfrutar de alegrias
Poder rir à revelia
Poder não ter tanto sofrido
Meu Deus, quem me dera
Fazer parte de uma nova era
De pessoas que trabalham pro bem
Poder amar e guardar
Sorrir e amparar
E não querer mal a ninguém
Muito grata sou eu agora
Pois mesmo com a demora
Aprendi a não sofrer
Aprendi com a dor alheia
Daquele que não tem nem a ceia
Quem dirá o pão para comer
Tive que viver muitas dores
Tive que perder muitos amores
Para poder aqui estar
Foi chorando que aprendi
Que voltei novamente a sorrir
E aprendi realmente a orar
Obrigada por tudo enfim
Por tudo que fizeste por mim
Por ter me feito alma boa e amiga
Hoje eu sofro e confesso
Mas sou ser ainda em progresso
Sou a sua Margarida
Margarida
(Mensagem psicografada na Fraternidades Espírita Chico Xavier, na reunião mediúnica do dia 27/08/2010.)
Sentir o céu, olhar para o firmamento
E agradecer a Deus à vida
Ah, quem me dera poder olhar a lua
E tendo a alma nua
Sentir de novo a alma revivida
Ah, quem me dera olhar o sol
E depois do arrebol
Agradecer a Deus as lágrimas
Quem me dera sentir a chuva
A gota caindo na rua
E ter minha face orvalhada
Quem me dera ter a felicidade
De ter de novo a mocidade
A me sorrir com seus encantos
Onde a velhice implora
Pelo ser que a ignora
Para vir secar seu pranto
Quem me dera poder de novo
Lutar contra a maldade
Tendo a felicidade
De ter pertencido a um povo
Não ter nascido abandonada
Pelas ruas não ser largada
Ou não ter sido indigente
Quem me dera não mais errar
Pois é duro ter que recomeçar
Aquilo que ficou interrompido
Poder desfrutar de alegrias
Poder rir à revelia
Poder não ter tanto sofrido
Meu Deus, quem me dera
Fazer parte de uma nova era
De pessoas que trabalham pro bem
Poder amar e guardar
Sorrir e amparar
E não querer mal a ninguém
Muito grata sou eu agora
Pois mesmo com a demora
Aprendi a não sofrer
Aprendi com a dor alheia
Daquele que não tem nem a ceia
Quem dirá o pão para comer
Tive que viver muitas dores
Tive que perder muitos amores
Para poder aqui estar
Foi chorando que aprendi
Que voltei novamente a sorrir
E aprendi realmente a orar
Obrigada por tudo enfim
Por tudo que fizeste por mim
Por ter me feito alma boa e amiga
Hoje eu sofro e confesso
Mas sou ser ainda em progresso
Sou a sua Margarida
Margarida
(Mensagem psicografada na Fraternidades Espírita Chico Xavier, na reunião mediúnica do dia 27/08/2010.)
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
03/09/2010 - Estreia Nosso Lar - O Filme
Na próxima sexta-feira, dia 03 de setembro, acontecerá a estréia do filme Nosso Lar em todas as salas de cinema do país. Façamos parte dessa importante ocasião, na qual a Doutrina Espírita tem a maravilhosa oportunidade de ser divulgada. Estejamos presentes nos cinemas para prestigiarmos e apoiarmos essa iniciativa. Com certeza nos emocionaremos com tão belo filme, além de aprendermos um pouco mais sobre as belezas dessa nova realidade que o Espiritismo oferece ao mundo.
A famosa obra do espírito André Luiz, que por intermédio do médium Chico Xavier descreveu sua vida no plano espiritual, narra os pormenores de uma vida ainda desconhecida pela maioria dos seres humanos. O filme traz, de maneira formidável, uma riqueza de detalhes fiéis à obra literal, preenchendo a alma humana com a certeza da vida após à morte e, principalmente, com a certeza da existência do divino Pai, que provê o seu amor e suas maravilhas a todos os espíritos, filhos de sua vontade.
NOS ENONTRAMOS NOS CINEMAS!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
GRUPO ESPÍRITA DE FLUIDOTERAPIA
MENSAGEM DEPRESSÃO
Dizes que sofres angústias
Até mesmo quando em casa,
Que a tua dor extravasa
Nas cinzas da depressão.
Que não suportas a vida,
Nem te desgarras do tédio,
O fantasma, em cujo assédio
Afirma que tudo é vão.
Perto da rua em que moras
Há uma viúva esquecida,
Guarda o avô quase sem vida
E três filhinhos no lar;
Doente, serve em hotel,
Trabalha na rouparia.
Busca o pão de cada dia,
Sem tempo para chorar.
Não longe triste mulher,
Num cubículo apertado,
Chora o esposo assassinado
Que era guarda de armazém...
Tem dois filhinhos de colo.
Por enquanto, ainda não sabe
O que deve fazer da existência.
Espera pela assistência
Dos que trabalham no bem.
Um paralítico cego,
Numa esteira de barbante,
Implora mais adiante
Quem lhe dê água a beber...
Ninguém atende... Ele grita,
Na penúria que o consome,
Tem sede e febre, tem fome,
Sobretudo quer morrer.
Depressão? Alma querida,
Se tens apenas tristeza,
Se te sentes indefesa,
Contra a mágoa e dissabor,
Sai de ti mesma e auxilia
Aos que mais sofrem na estrada.
A depressão é curada
Pelo trabalho do amor.
Maria Dolores
MENSAGEM DEPRESSÃO
Dizes que sofres angústias
Até mesmo quando em casa,
Que a tua dor extravasa
Nas cinzas da depressão.
Que não suportas a vida,
Nem te desgarras do tédio,
O fantasma, em cujo assédio
Afirma que tudo é vão.
Perto da rua em que moras
Há uma viúva esquecida,
Guarda o avô quase sem vida
E três filhinhos no lar;
Doente, serve em hotel,
Trabalha na rouparia.
Busca o pão de cada dia,
Sem tempo para chorar.
Não longe triste mulher,
Num cubículo apertado,
Chora o esposo assassinado
Que era guarda de armazém...
Tem dois filhinhos de colo.
Por enquanto, ainda não sabe
O que deve fazer da existência.
Espera pela assistência
Dos que trabalham no bem.
Um paralítico cego,
Numa esteira de barbante,
Implora mais adiante
Quem lhe dê água a beber...
Ninguém atende... Ele grita,
Na penúria que o consome,
Tem sede e febre, tem fome,
Sobretudo quer morrer.
Depressão? Alma querida,
Se tens apenas tristeza,
Se te sentes indefesa,
Contra a mágoa e dissabor,
Sai de ti mesma e auxilia
Aos que mais sofrem na estrada.
A depressão é curada
Pelo trabalho do amor.
Maria Dolores
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