quinta-feira, 3 de abril de 2008

Clube do Livro da Federação Espírita Brasileira


O Clube do Livro Espírita da Federação Espírita Brasileira é um serviço de comercialização de livros, tendo como foco principal a divulgação da Doutrina Espírita. Mediante o pagamento da assinatura, o associado receberá, mensalmente, um livro em sua casa durante a vigência do contrato. Dentre as vantagens para o associado estão desconto de 5% nas compras pela livraria virtual da FEB, pagamento com valor inferior ao preço de capa do livro, recebimento dos lançamentos em primeira mão e inclusão do frete na assinatura. Quem desejar se associar pode escolher entre duas modalidades: semestral ou anual. Para informações sobre valores ou esclarecimento de dúvidas, basta acessar o site http://www.feblivraria.com.br/

quarta-feira, 2 de abril de 2008



ATENDIMENTO FRATERNO PELA INTERNET

O Atendimento Fraterno pela Internet, tem como objetivo primordial receber e orientar as pessoas que o procuram, facultando-lhes uma compreensão elevada de suas dificuldades á luz da Doutrina Espírita e do Evangelho de Jesus. É a terapia do amor, envolvendo o usuário num clima de paz, tranquilidade, confiança e descontração, conduzindo a pessoa a fazer espontaneamente a sua "catarse", falando objetiva e sinteticamente de seu problema e aflição.

Atendimento on line - Terças-feira ás 22:00 h pelo Paltalk sala Espiritismo.net Atendimento (América Central - Brasil)

Atendimento of line - Formulário no site http://www.espiritismo.net/

terça-feira, 1 de abril de 2008

O PERIGO DE SER O MAIOR

A propagação do Espiritismo se tem feito, entre nós, muito mais através da prática do que da teoria, ou seja, do estudo doutrinário. Contam-se por verdadeira multidão as pessoas que se tornaram espíritas e freqüentam sessões sem jamais haverem lido “O Livro dos Espíritos” ou qualquer outra das obras básicas da doutrina. Quando muito, essas pessoas têm ouvido falar de Kardec nas palestras e conferências espíritas, e tem recebido alguns ensinamentos através da leitura de uma página ou outra de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, nas deficientes sessões teóricas que alguns Centros ainda praticam, uma vez por semana.

Essa situação do Espiritismo no Brasil é a mais estranha e paradoxal que se poderia imaginar. Espiritismo é doutrina. Bastaria isto para nos mostrar a impossibilidade de praticar Espiritismo sem o conhecimento dos seus princípios. A prática doutrinária devia ser uma conseqüência do estudo e da assimilação da teoria. As sessões teóricas, por isso mesmo, deviam ser mais numerosas do que as sessões práticas. Ao invés de cada Centro realizar três e quatro sessões práticas por semana e apenas uma de teoria, o contrário é que devia ser feito.

Vejamos um exemplo corriqueiro. Pode alguém praticar a odontologia, curar e arrancar dentes, sem primeiro ter aprendido a profissão? Antigamente existiam os dentistas práticos, e ainda hoje existem alguns licenciados. É verdade que eles não cursaram escolas, mas antes de se entregarem à prática tiveram de aprender com outro profissional. Outro exemplo, ainda mais banal, é o do barbeiro. Pode alguém abrir um salão e praticar a arte, sem antes ter aprendido? O mesmo se dá no futebol. É possível jogá-lo, sem conhecer as regras do jogo, sem antes aprender?
Esses exemplos, pela sua própria natureza popular, de fácil compreensão por todos, devem estar constantemente na boca dos doutrinadores e dos dirigentes de associações espíritas. Ora, se para ser dentista, barbeiro ou futebolista, ninguém pode deixar de lado a teoria, o estudo, o aprendizado, que dizer do Espiritismo, que é coisa muito superior à odontologia, à arte de barbear e ao jogo de futebol? Se ninguém pode realizar com perfeição e segurança um simples ato material mecânico, sem grande importância, como pode entregar-se a coisas muito mais sérias e complicadas, como a recepção e doutrinação de Espíritos?

O erro fundamental do Espiritismo em nosso País está justamente nesse problema, que precisamos solucionar. A mistificação tomou conta de grande número de nossas sociedades, porque os seus dirigentes não se prepararam devidamente para a tarefa árdua, difícil e séria, que resolveram tomar sobre os ombros. Mas, o responsável maior por esse fato não é a ignorância, como pensam muitos. Não. A ignorância tem a sua parte de responsabilidade, sem dúvida, mas a responsabilidade maior é da vaidade, do orgulho, da pretensão. Porque a pessoa pode ser ignorante e não ser vaidosa. Então, ela não se arrogará o direito de dirigir os outros, de ensinar o que não sabe, de acreditar na tapeação dos chamados “guias”, que lhe dizem a todo instante ser ela “a maior no Grupo ou Centro a que pertence”.

O combate à prática indiscriminada do Espiritismo, feita sem o devido conhecimento da doutrina, deve, portanto, ser desenvolvido sem esmorecimentos. Esse combate tem também objetivo e conseqüências morais, visando à reforma íntima dos nossos confrades. Mostrando-lhes os erros em que tem incorrido, contribuímos para que eles compreendam o erro maior, que está nos seus próprios corações, ou seja, o erro da vaidade, e da mais tola das vaidades, aquela que não se baseia senão em si mesma.

É necessário que esclareçamos bem este ponto. Vamos, pois, a um exemplo material, pois nada melhor do que as figuras, para dizerem as coisas de maneira eficiente. Quem não conhece a história daquele homem que, por força dos elogios, se convenceu de que era peão e montou um burro chucro, para ser logo atirado ao chão pelo animal? Pois essa história nos dá a imagem perfeita do presidente de Centro, diretor de trabalhos ou doutrinador que não estudou, não estuda e não conhece a doutrina. Os Espíritos mistificadores dizem que ele “é o tal”, ensinam-lhe uma porção de bobagens, que ele não pode saber se estão certas ou erradas, e depois o atiram no lombo de um burro chucro. É por isso que vemos por aí, em tantos Centros, presidentes e doutrinadores com os olhos cheios de areia. Não enxergam nada, porque caíram do burro e a areia lhes tapou a vista.

Para ser espírita é preciso conhecer o Espiritismo. Para doutrinar Espírito é preciso saber doutrina. O que é doutrinar? Não é ensinar doutrina? E como pode alguém doutrinar, se não conhecer doutrina? O resultado dessa confusão é que os doutrinadores se afundam num emaranhado de bobagens, ensinando coisas que o Espiritismo condena. Fazem como os fariseus, de que falava Jesus, que não entram no céu e não deixam os outros entrarem. Eles não aprendem doutrina e não deixam os outros aprenderem, porque cheios de si e vazios de Cristo, só falam das suas próprias tolices.

Cada presidente de Centro, cada orador, cada doutrinador espírita tem sobre os ombros uma grande responsabilidade, que é a da difusão da verdadeira doutrina. Que cada qual, pois se compenetre dessa responsabilidade, e não se assuste de ser ignorante, pois todos os somos, numa coisa ou noutra, mas não queira nunca ser o peão que os falsos elogios atirou ao lombo do burro chucro. A ignorância tem remédio através do estudo; mas a vaidade, essa é cega e teimosa como uma bruxa.
J. Herculano Pires

terça-feira, 4 de março de 2008

ENCONTRO ESTADUAL DE ATENDIMENTO ESPIRITUAL




PROGRAMAÇÃO

15/03/08 – CEFET-ES Av. Vitória, 1729 – Jucutuquara – Vitória.


Recepção - 8h

-
Abertura com Dinâmica - 8:45h

-
Estrutura do DAE com Edmar Thiengo - 9h
-
Conferência: Os Aspectos Espirituais do Atendimento com Roberto Lúcio - 10h
-
Pinga-Fogo - 11h
-
Almoço e Confraternização - 12h
-
Dinâmica - 13:30h
-
Seminário: O Diálogo no Atendimento com Roberto Lúcio - 14h
-
Encerramento do dia - 16:15h


16/03/08 – FEEES (Rua Álvaro Sarlo, 35 – Ilha de Santa Maria – Vitória).



-
Abertura e Apresentação Musical - 09h00

-
Seminário: Transtorno Mental e Mediunidade com Roberto Lúcio - 09h30

-

Debate com o Público - 11h
-

Encerramento - 12h00